quarta-feira, 13 de novembro de 2013

"O diamante Negro" - Maria Fernanda




Leônidas da Silva também conhecido como "o diamante negro" foi um famoso jogador de futebol e técnico que atuava como atacante. Conhecido por te inventado a "bicicleta" no futebol. 
Seu apelido foi dado por um jornalista francês.

Anos depois criaram um chocolate com seu apelido, é vendido até hoje. 

 

Biografia: 
Nasceu em São Cristóvão, filho de Dona Maria e Sr. Manoel Nunes, em 1923 começou sua carreira no infantil de São Cristóvão.  

A "bicicleta"
A primeira vez que Leônidas fez a "bicicleta" foi em 24 de abril de 1932, Leônidas afirma que foi ele quem inventou mas muitos dizem que foi Petronilho de Brito e Leônidas apenas aperfeiçoou.

Em 6 de setembro quando completou 100 anos foi lembrado no site da Google. 


chico reis

o chico reis é um personagem lendário de minas gerais.
sua história que se passa de geração em geração, chico reis é originalmente galanga. 
foi capturado por traficantes de escravos. chegou no Brasil em 1740, no navio chamado "madalena",porém na familia que tambem estava no navio, somente ele e seu filho sobreviveram á viagem.
quase todos os escravos foi comprado por Major Augusto, proprietário da mina encardideira, e foi levado para a vila rica trabalhando como escravo conseguiu comprar sua liberdade e a de seu filho. Adquiriu a mina da encardideira. Aos poucos, foi comprando a alforria de seus compatriotas. Os escravos libertos consideravam-no "rei".
No dia de Nossa senhora do rosário, ocorriam as solenidades da irmandade, denominadas Reinado de Nossa Senhora do Rosário. Durante estas solenidades, Chico, coroado como rei, aparece com a rainha e a corte, em ricas indumentárias, seguido por músicos e dançarinos, ao som de caxambus, pandeiro, marimbas e ganzas.

thiago foi tudo que eu consegui achar pois perdi aquele site q vc me passou mas estaa aqui...
 ass: natalia yumi... n°: 16

Biografia De Toni Tornado


Se falarmos em Antônio Viana Gomes, provavelmente, poucas pessoas irão saber de quem estamos falando, mas ao contrário, quando usamos o nome artístico, Toni Tornado, que também pode ser lido na versão com “y”, Tony Tornado. O ator e cantor brasileiro nasceu em 1930, na cidade Mirante do Paranapanema.
A história de Toni Tornado ou melhor, de Antônio Viana Gomes, em direção ao mundo artístico, começa quando ele tinha somente 11 anos de idade e fugiu de casa. Nesta época, a fuga não foi para estudar teatro e sim para se casar. A aventura não foi fácil, e ele acabou vivendo como um menino de rua e para sobreviver, engraxava sapatos e vendia amendoim.
Depois da infância difícil, Toni Tornado, já com 18 anos, e morando ainda no Rio de Janeiro, serviu a Escola de Paraquedismo de Deodoro, um dos seus colegas era Silvio Santos. Já em 1957, Toni lutou no Canal de Suez8. Porém, a sua carreira artística teve início mesmo, somente nos anos 60.
Biografia De Toni Tornado
Biografia De Toni Tornado
No início da carreira, Toni adotou o nome artístico de Tony Checker e fazia dublagens e dançava no programa chamado “Hoje é dia de Rock”, apresentado por Jair de Taumaturgo. Ele fazia imitação dos cantores, Little Richard e Chubby Checker.
Logo no início da carreira e depois dessa experiência como dublador, ainda eram os anos 60, e Toni Tornado foi para os Estados Unidos, onde viveu em New York por 5 anos. Na cidade americana, ele atuou em filmes como cafetão e traficante de drogas. Estando de maneira irregular no país, ele enganava o departamento de imigração se fazendo passar por um funcionário de lava-rápido. Foi nessa época em que vivem em New York que conheceu o brasileiro Tim Maia, que também vivia lá.
Em 1969, Toni Tornado voltou para o Brasil e se juntou ao conjunto de Ed Lincoln, além disso, se apresentava com o pseudônimo de Johnny Bradfort, porém, não por uma escolha sua. O dono do bar onde se apresentava exigia que ele fingesse que fosse um estrangeiro.
No ano seguinte, 1970, adotou o nome artístico Tony Tornado, uma ideia inspirada em James Brown e daí o cantor e ator passou a fazer muito sucesso no Brasil. O soul music e o funk chegaram até a música brasileira graças a ele.

Os Sucessos Na Música e Na Televisão
No ano de 1970 participou de um festival de música junto com o grupo Trio Ternura, com a canção BR-3, e levou o primeiro lugar. Já a sua estreia na televisão aconteceu dois anos mais tarde, em 1972, quando atuou na novela da TV Tupi, “Jerônimo”.
Apesar do grande talento, nunca protagonizou uma novela ou esteve à frente de um papel de destaque, porém, sempre deixou ótimas recordações do que interpretou.
Os Sucessos Na Música e Na Televisão
Os Sucessos Na Música e Na Televisão
Os críticos destacam como um dos seus maiors papéis, o de segurança pessoal do presidente Getúlio Vargas, que foi interpretado por Gregório Fortunato, na minissérie “Anjo Negro”, que foi ao ar em 1933.
E como não falar do Rodésio, o empregado da viúva Porcina em Roque Santeiro.
Toni Tornado sempre foi um homem discreto na sua vida privada. Ele foi casado na década de 70 com a atriz Arlete Salles e é pai do ator, Lincoln Tornado.
Veja a discografia de Toni Tornado: 1971, o álbum Toni Tornado e em 1972, o segundo álbum sempre com o seu nome no título.
Já no conjunto de Ed Lincoln: 1968, Ed Lincoln e 1969, De Savova Combo. E em 1996, foi convidado para participar do Cd do grupo Jota Quest – J Quest.

Toni Tornado No Cinema:
2004: Redentor e Um show de verão
2003: Casseta e Planeta: A taça do mundo é nossa
1991: Vai trabalhar, Vagabundo II e A grande arte
1990: O Gato de Botas Extraterrestre
1988: Natal da Portela
1985: O Rei do Rio
1984: Quilombo e Os Trapalhões e o Mágico de Oróz
1983: As taras das sete aventureiras
1981: A casa de Irene
1980: Pixote, a lei do mais fraco
1979: Tráfico de fêmeas e Uma cama para sete noivas
1977: Ouro sangramento e A praia do pecado e As amantes de um canalha e Chão bruto
1976: Pesadelo sexual de um virgem
1975: Os pilantras da noite e Clube das infiéis
1973: A virgem
1971: Tô na tua, ô bicho
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Na televisão, Toni Tornado atuou nas seguintes emissoras: extinta TV Tupi, Rede Globo (onde fez a maior parte dos trabalhos) e Rede Record. A sua atuação na televisão se divide em novelas, programas humorísticos, seriados, minisséries, em alguns casos com papéis fixos e outros, com participação especial. Veja todos os trabalhos de Toni Tornado desde TV Tupi até o ano de 2012!
2012 Amor Eterno Amor –personagem Ântonio
2011 Cordel Encantado – personagem Damião
2009 Zorra Total - personagem Tonho – Tony Tornado
2010 Escrito nas Estrelas – personagem Xavier Furacão (participação)
2010 Zorra Total – Tonho – personagem Coronel Patamo
2009 Cama de Gato – personagem Pericles
2009 Zorra Total – personagem Tonho
2008 Zorra Total – Tonho – Vendedor de Pepino – personagem Delso Fumaça
2007 Zorra Total – personagem Chicharnel
2006 A Turma do Didi - personagem Tony
2006 A Diarista – personagem Vovó Figueira
2005 Belíssima – personagem Isaltino de Souza
2005 Sob Nova Direção (seriado) - personagem Pai de Moreno
2004 Começar de Novo – personagem Xavier
2003 Kubanacan – personagem Tito (participação)
2002 O Beijo do Vampiro – personagem Godzilla – Pedrão
2001 Roda da Vida – personagem Malaquias (na Rede Record)2001 Malhação – personagem Chefe de Jorge e Machadão
1999 Andando nas Nuvens - personagem Tião Alemão
1997 Caça Talentos – personagem Avalanche
1995 Cara e Coroa – personagem Anselmo
1995 Engraçadinha (minissérie), seus amores e seus pecados – personagem – fez um jurista
1994 Quatro por Quatro – personagem Henricão (participação)
1994 Pátria Minha
1994 A Viagem – Chefão (participação)
1993 Olho no Olho – personagem Gilberto
1993 Agosto – personagem Gregório Fortunato
1993 Sex Appeal (seriado)
1992 Você Decide (programa jornalístico da Rede Globo)
1991 Vamp -personagem Pai Gil
1990 Gente Fina – personagem Dagmar
1988 Chapadão do Bugre (minissérie)
1986 Sinhá Moça – personagem Capitão de Mato
1985 Tenda dos Milagres – personagem Zé Alma Grande e Os Trapalhões
1985 Roque Santeiro – personagem Rodésio
1976 Tchan, a grande sacada (extinta TV Tupi)
1972 Jerônimo, o herói do sertão – personagem João Corisco (extinta TV Tupi)
Toni Tornado sempre foi considerado um grande ator e tem o seu trabalho reconhecido no Brasil, sendo considerado um dos melhores profissionais do grupo daqueles mais antigos, que iniciaram a carreira na extinta TV Tupi. O mesmo talento ele sempre demonstrou nas telas de cinema, nos filmes que atuou, dentro e fora do Brasil, no início da carreira.


postado por: Pedro H.

terça-feira, 12 de novembro de 2013

PELÉ O REI DO FUTEBOL
Aos 15 anos, Pelé começou a jogar no Santos, e venceu sua primeira Copa do Mundo FIFA aos 17, ele ficou famoso graças a sua habilidade e é considerado o ‘REI DO FUTEBOL’.

Nome:
Edson Arantes Do Nascimento
Data de nascimento:


23/10/1940
Local de nascimento:
Três corações (MG)


LAÍS KANO  N° 10
PROF°THIAGO HISTÓRIA




P.S: PROF Thiago, eu tentei resumir o máximo, pois todos os cartazes, as pessoas só veem o mais interessante e chamativos, e a maioria não param para ficar lendo os textos, ainda mais se forem preto e branco e bem pequenininhos, que se tornam cansativos de ler.
mas é isso tomara que você tenha gostado.



sábado, 9 de novembro de 2013

Tráfico Negreiro

Hey pessoal, como o Tiago falou que o próximo assunto é tráfico negreiro vou fazer um "resumo" dessa época. 

By: Maria Fernanda

O tráfico negreiro para o Novo Mundo teve início no século XV, e se efetivou como atividade lucrativa que comercializava escravos entre a África e a América.

Com a expansão marítima europeia, no século XV, e a conquista do Novo Mundo, os europeus necessitaram de mão de obra para os seus empreendimentos nas novas terras conquistadas (América). Primeiramente, escravizaram os indígenas, os nativos da América, porém essa escravidão foi proibida pela Igreja Católica.

Assim, no século XV, o tráfico negreiro, ou tráfico de escravos, assumiu enormes proporções. Os Estados europeus instalaram feitorias e portos de abastecimento de escravos no litoral africano. Nessas feitorias foram embarcados os escravos que vieram para as colônias europeias na América nos navios chamados tumbeiros.

Uma vez embarcados nos navios negreiros (tumbeiros), os escravos, oriundos de diferentes regiões e etnias africanas, eram tratados com extrema violência e recebiam pouca alimentação. Geralmente, eram maltratados e castigados sem nenhum motivo aparente e eram amontoados dentro dos navios tumbeiros em ambientes insalubres, propícios à proliferação de doenças.

A travessia pelo oceano Atlântico constituía o início do sofrimento dos africanos escravizados que se destinavam à América. A viagem da África para o Brasil durava de 30 a 45 dias, conforme o lugar de partida e o de chegada. Com a chegada ao Novo Mundo, os navios negreiros eram conduzidos a diferentes portos e localidades na América, mas quase sempre os escravos tinham um destino em comum: os mercados, onde eram comercializados como mercadorias, rendendo altos lucros para os traficantes de escravos.

A escravidão na América perdurou por quase quatro séculos e milhões de africanos vieram escravizados para as terras do Novo Mundo. A proibição do tráfico negreiro ocorreu no Brasil no ano de 1850, com a lei Eusébio de Queiroz.

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Mão de Obra Escrava economia Colonial e Imperial

Desenvolvendo-se no apogeu do mercantilismo, a economia do Brasil colonial se assentou sobre três pilares: a grande propriedade territorial, na qual se desenvolvia um empreendimento comercial destinado a fornecer a metrópole gêneros alimentícios (em particular a cana-de-açúcar) e os metais preciosos, onde se utilizava essencialmente a mão-de-obra escrava. A opção pelo trabalho escravo - no início da Idade Moderna - explica-se basicamente pela dificuldade de encontrar trabalhadores assalariados dispostos à imigração.

Além disso, seria difícil manter assalariados os semi-assalariados nas grandes propriedades: dada a disponibilidade de terras, eles poderiam tentar outras formas de vida - tornando-se artesãos, posseiros e pequenos agricultores, por exemplo - o que complicaria o fluxo de mão de obra para a empresa mercantil, na qual o grandes comerciantes e proprietários estavam associados à Coroa portuguesa e seus afilhados.

Escravização indígena
Em meados do século 16, quando a cana-de-açúcar começou a substituir o pau-brasil como o principal produto da Colônia, desenvolveram-se primeiramente tentativas de escravizar os índios. Entretanto, diversos fatores concorreram para o fracasso desse empreendimento: em primeiro lugar, o trabalho intensivo, regular e compulsório não fazia parte da cultura indígena, acostumado a fazer somente o necessário para garantir a sua sobrevivência, através da coleta, da caça e da pesca. Em segundo lugar, ocorria uma contradição de interesses entre os colonizadores e os missionários cristãos, que visavam catequizar os índios e se opunham à sua escravização.

Por sua vez, os índios também reagiam à escravização seja enfrentando os colonizadores através da guerra, seja fugindo para lugares longínquos no interior da selva onde era quase impossível capturá-los. Finalmente, há que se considerar que o contato entre brancos e índios foi desastroso para estes últimos no tocante à saúde. Os índios não conheciam - e portanto não tinham defesas biológicas - contra doenças como a gripe, o sarampo e a varíola, que os vitimaram às dezenas de milhares, provocando uma verdadeira catástrofe demográfica.

Negros africanos
Entretanto, os portugueses já contavam com uma outra alternativa em matéria de trabalho escravo. Desde a colonização da costa africana, no século 15, os portugueses já haviam redescoberto o trabalho escravo que desaparecera da Europa na Idade Média, mas que continuava a existir nas sociedades existentes na África. Desse modo, os portugueses já haviam montado uma rede de comércio negreiro, utilizando-se de escravos negros nas plantações de cana-de-açúcar em suas ilhas do Atlântico (Açores, Madeira).

Nem da parte da Coroa, nem da Igreja houve qualquer objeção quanto à escravização do negro. Justificava-se a escravidão africana utilizando-se vários argumentos. Em primeiro lugar, dizia-se que essa era uma instituição já existente na África, de modo que os cativos "apenas" seriam transferidos para o mundo cristão, "onde seriam civilizados e teriam o conhecimento da verdadeira religião". Além disso, o negro era efetivamente considerado um ser racialmente inferior, embora teorias supostamente científicas para sustentar essa tese só viessem a ser levantadas no século 19.

Enfim, a partir de 1570 a importação de africanos para o Brasil passou a ser incentivada. O fluxo de escravos, entretanto, tinha uma intensidade variável. Segundo Boris Fausto, em sua "História do Brasil", "estima-se que entre 1550 e 1855 entraram pelos portos brasileiros 4 milhões de escravos, na sua grande maioria jovens do sexo masculino". Outros historiadores mais antigos como Pedro Calmon e Pandiá Calógeras falam em quantias que variam entre 8 e 13 milhões. Caio Prado Jr. cita 7 milhões.

Salvador e Rio de Janeiro
Os grandes centros importadores de escravos foram Salvador e depois o Rio de Janeiro. Cada um deles tinha sua organização própria e os dois concorriam entre si. O fumo produzido no Recôncavo baiano era uma valiosa moeda de troca, o que garantiu sua supremacia durante os primeiros séculos de colonização. À medida em o eixo econômico desviou-se para o sudeste com a descoberta de ouro em Minas Gerais, o Rio de Janeiro suplantou a Bahia e se firmou com o crescimento urbano da cidade no século 19.

Ainda de acordo com Boris Fausto, na obra citada, "costuma-se dividir os povos africanos em dois grandes ramos étnicos: os sudaneses, predominantes na África ocidental, Sudão egípcio e na costa do golfo da Guiné, e os bantos, da África Equatorial e tropical, de parte do golfo da Guiné, do Congo, Angola e Moçambique. Essa grande divisão não nos deve levar a esquecer que os negros escravizados no Brasil provinham de muitas tribos ou reinos, com suas culturas próprias. Por exemplo: os iorubas, jejes, tapas, hauças, entre os sudaneses; e os angolas, bengalas, monjolos e moçambiques entre os bantos".

Essas diferenças não devem deixar de ser mencionadas, principalmente, quando se pensa na diferença de influências culturais exercidas por esses diversos povos negros na vida e na cultura brasileira. O estudo dessas influências e a aculturação afro-brasileira, porém, são áreas que, na verdade, nossa história está começando a desbravar.

Resistência e quilombos
Não se deve pensar que os negros aceitaram docilmente a sua condição de escravos e que nada fizeram para resistir ao trabalho compulsório. Naturalmente, houve fugas individuais e em massa e a desobediência ou resistência se evidencia no uso das punições e castigos corporais muitas vezes crueis, que vinha a se somar aos maus tratos naturalmente dispensados a seres que eram considerados pouco superiores aos animais.

Depois de comprado no mercado, o escravo podia ter três destinos principais: serescravo doméstico, isto, é fazer os serviços na casa do senhor; escravo do eito, que trabalhava nas plantações ou nas minas; e escravo de ganho, que prestava serviços de transporte, vendia alimentos nas ruas, fazia trabalhos especializados como os de pedreiro, marceneiro, alfaitate, etc., entregando a seu senhor o dinheiro que ganhava.

Poucos anos de vida
Nas fazendas, principalmente, o escravo trabalhava de 12 a 16 horas por dia e dormiam em acomodações coletivas chamadas senzalas ou mesmo em palhoças. Sua alimentação consistia basicamente de farinha de mandioca, aipim, feijão e banana. O tempo de vida média útil de um escravo era de 10 a 15 anos, segundo muitos estudiosos.

De qualquer modo, apesar das fugas e da formação dos quilombos, dos quais se destacou Palmares no século 17, os escravos africanos ou afro-brasileiros como um todo não tiveram condições de abolir por conta própria o sistema escravocrata. Com a Independência, embora a questão da abolição tenha sido levantada, a escravidão continuou a vigorar no país até a promulgação da Lei Áurea, em 13 de maio de 1888 - como coroação de uma ampla campanha abolicionista.

Contudo, a abolição não significou o fim da exploração do negro no Brasil, nem a sua integração - em pé de igualdade - na sociedade brasileira, que ainda tem uma enorme dívida para com os descendentes dos escravos.

Mas o que é pior: apesar das leis e da consciência da maior parte da população mundial, ainda se encontram pessoas em várias partes do Brasil e do mundo que trabalham sem receber pagamento, ou seja, continua a existir escravidão hoje. De qualquer forma, atualmente isso é considerado um crime e quem o pratica, se for pego, recebe a punição que merece.
http://educacao.uol.com.br/disciplinas/historia-brasil/escravidao-no-brasil-escravos-eram-base-da-economia-colonial-e-imperial.htm
Matheus H.

Trabalhos SEMANA QUE VEM!!

Oi turma!Os posters que eram para sexta-feira poderão ser entregues na aula de terça-feira. Depois na sexta vocês vão saber por que.Estou gostando muito da participação de alguns de vocês, mas tem uma galerinha da turma que não está se envolvendo!! Pessoal do blog: É nosso dever incentivar os outros colegas a interagir e participar com suas contribuições! 
Maria Fernanda: suas contribuições são Show de Bola! :)
Pedro: E o problema dos Marcadores!?
Estou fazendo um levantamento final do  projeto BLOG!! Participem!! Vamos!
PROF.

obs. Cores da postagem em clima de 20 de novembro...